terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Setor de RH: Funcionários da Igreja Católica



Já disse várias vezes que detesto falar de religião e que respeito a religiosidade de cada pessoa como um direito humano. O que cada indivíduo faz de sua fé não me diz respeito até que, em nome dela, este se disponha a discriminar, a propagar ódio e preconceitos, a julgar, entre tantos outros males advindos do fundamentalismo religioso.
Não tinha como não reagir com indignação às declarações do atual papa, Bento XVI, amplamente divulgadas na data de ontem, em que o pontífice afirma ser o casamento entre pessoas do mesmo sexo uma ameaça à humanidade.
Sou daqueles que acredita que o Estado deve ser Laico, livre de qualquer  influência religiosa, e penso que o que torna um Estado de fato democrático é a imposição da vontade da maioria de seu povo expressa pelo voto, somada ao, aí sim, sagrado direito de se ser minoria.
Publico este post para lembrar algumas pessoas que de fato puseram em risco a humanidade e cujos atos passam longe do casamento homossexual. Uma pequena demonstração de que mesmo aqueles que professam uma fé são capazes sim de ameaçar a humanidade, e também uma ínfima demonstração do que  mistura entre Estado e religião é capaz de causar.






































PS: Por gentileza assinem petição contra a PEC 99 que quer dar poderes a instituições religiosas cristãs de propor ações diretas de constitucionalidade e inconstitucionalidade ao STF e defende a laicidade do Estado: CLIQUE AQUI 



38 comentários:

  1. Queridíssimo Flavio,

    Cuidado só com as generalizações... toda instituição humana tem seus santos e seus demônios - e, no fim das contas, são todos humanos, com todo o potencial para o bem ou o mal que cada um de nós possui. A mesma Igreja Católica produziu também uma Zilda Arns, Dorothy Stang, Pedro Casáldiga, João XXIII, Paulo VI, Helder Camara, Oscar Romero e tantas pessoas que, inspiradas pelos valores do Evangelho, procuram adotar atitudes éticas e mesmo dedicam suas vidas à construção de um mundo mais justo. :-)

    Em tempo: mesmo não sendo particularmente fã de Ratzinger, é preciso admitir que ele vem fazendo um consistente mea culpa com relação à questão dos abusos sexuais, e sendo extremamente rigoroso nas punições.

    Enfim, cuidado com os preconceitos... :-))))

    Um grande e carinhoso abraço! :-)

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  2. PS: A propósito da história dos abusos sexuais e do novo rigor adotado pela Santa Sé na punição dos culpados, dê uma olhada aqui, caso tenha interesse. Beijos!

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  3. Queridos Amigos da Diversidade Católica,

    Ponderei muito antes de publicar este post, e entre minhas preocupações estavam justamente vocês, o respeito mútuo e a sólida relação de amizade que construímos.

    Poderia listar inúmeros outros católicos, do clero ou leigos, que expressam sua fé amando o próximo e tentando fazer desse mundo um lugar melhor, Dom Paulo Evaristo Arns, Frei Betto, Leonardo Boff, Teresa de Calcutá entre tantas outras pessoas que dedicam e dedicaram a vida a semear o amor.

    Mesmo não sendo mais católico, reconheço o papel que estas pessoas desempenham no mundo e a grande contribuição que dão para a humanidade.

    Esta publicação se trata de uma questão pontual, não é um ataque aos católicos, mas uma forma de dizer que o fato de ser diferente não necessariamente constitui ameaça à humanidade, é uma crítica dura aos que se usam da fé para atender interesses pessoais ou políticos, para desacreditar pessoas, para discriminar e disseminar o ódio.

    Acredito que pessoas boas existam em todos os lugares, crentes ou não, e é isso que me faz acreditar e lutar para que este mundo seja melhor.

    Espero não tê-los ofendido.

    Um grande e fraterno abraço.

    Flávio

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  5. Caro Anônimo,

    Não censuro comentários no blog, só não aceito comentários ofensivos (como chamar os homossexuais de protozoários) e nem mensagens de pessoas que se escondem no anonimato para agredir.

    Se eu, como muitos outros, tenho a coragem de dar a cara para bater, nada mais justo do que exigir o mesmo de quem acompanha o Blog. Escolho meus amigos e irmãos, não cabe a uma pessoa que não tem a coragem de se identificar me julgar por isso.

    Minha relação com os AMIGOS e IRMÃOS da Diversidade Católica, é uma relação humana e não religiosa, uma amizade fraterna, pautada pelo respeito pelas opiniões e pelo amor ao próximo. Não preciso ser cristão para amar a humanidade e querer o bem do meu semelhante, a compaixão pelo próximo não é propriedade da igreja ou de nenhuma religião.

    Não falei sobre Stalin, pois até onde se sabe ele não era católico, que era o foco do post. O fato de não tê-lo mencionado não quer dizer que o isento de críticas quanto às violações de direitos humanos que cometeu.

    No mais, reafirmo aqui que não permito comentários anônimos e que contenham ofensas.

    Flávio

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  6. Madre Tereza não é nenhum exemplo de bondade. Quem duvidar que saia da periferia e vá ler realmente o que essa senhora fez pelos pobres, feridos e doentes da Índia. Informe-se sobre seus hospitais e sua visão sobre os benefícios da dor. Desfocando um pouco, mas acho uma reflexão válida por conta do pensamento superficial e equivocado arraigado, uma constante não só em terras de cá.

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  7. a qyestção sobre anonimato eu não sei nada disto aki de Conta do Google
    OpenID Nome/URL
    me enisna q uso

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  8. Não falei sobre Stalin, pois até onde se sabe ele não era católico, que era o foco do post.

    o "camarada" stalin era assasino e foi um bom tempo seminaritsta

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  9. Queridíssimo é um temroi nterresante pra quem acabou de chaamr o papa de nazista ne ?

    catoliccismos os senhores (alais pq bloqueia e censuram comentarios nos seu blog ???)

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  10. Surpreso com a informação Dione, pode me passar alguma referência? Aqui no Ocidente ela é aclamada como um dos maiores exemplos de caridade e dedicação o próximo entre cristãos e não cristãos. Obrigado pelo comentário vou procurar saber mais!

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  11. Olá Flávio.
    Há muito na internet sobre a questão. Todavia, como nem tudo o que lemos por aí é confiável, indico o livro "The Missionary Position: Mother Teresa in Theory and Practice" (A Posição do Missionário: Madre Teresa na Teoria e Prática) do jornalista e escritor Christopher Hitchens, falecido recentemente. Mas nunca é fácil ler uma crítica sobre pessoas que admiramos...

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  12. Flávio, há mais informações na wikipedia em inglês. Na versão em português não colocaram a parte das críticas. O verbete cita outros críticos(as) ao trabalho da Madre, como Aroup Chatterjee, Sanal Edamaruku, Tariq Alido "New Left Review", o jornalista investigativo irlandês Donal MacIntyre, além de Colette Livermore, uma ex-missionária da caridade. Também a criticaram duramente a revista alemã Stern, a imprensa médica como os jornais The Lancet e o British Medical Journal, entre outros para que não fiquemos somente no Hitchens.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Mother_Teresa

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  13. Obrigado pelas dicas Dione, realmente é difícil ler críticas sobre pessoas ou coisas que admiramos, mas creio que seja u exercício mais do que necessário! Muito obrigado mesmo!

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  14. Oi, Flavio,

    Não nos ofendeu, não, relaxa. :-) Só temos muito a preocupação de não cairmos (todos) na tentação de combater um preconceito com outro, uma discriminação com outra... Parece-nos que todo preconceito é fruto do desconhecimento e da generalização. Gente que faz coisas boas e más, gente que usa sua fé ou seu ateísmo ou suas crenças ou valores (quaisquer que sejam) para fazer coisas boas e construtivas, ou o contrário, existe por toda parte, em todas as crenças (institucionalizadas ou não), em todos os sistemas de valores. É do humano, né?

    Nós particularmente procuramos sempre tomar esse cuidado de não construir nada em cima da crítica generalizada a este ou aquele grupo. Primeiro, porque sabemos como é destrutivo ser alvo de uma afirmação que deixa de enxergar a pessoa específica que está ali, com todas as suas peculiaridades e individualidade, para ver apenas uma categoria abstrata e, até certo ponto, artificial: "vocês, gays...", "vocês, católicos...", "vocês, ateus...". E, em segundo lugar, porque acreditamos que o bom diálogo, capaz de gerar bons frutos para a sociedade - um pluralismo legítimo e respeito às diferenças - , não se constrói sobre acusações que definem cada pessoa pelo que ela tem de pior, mas sobre a busca do que cada um tem de melhor a oferecer. Mas essa é só a postura que a gente procura ter, de acordo com aquilo em que acreditamos; claro que há muitos outros pontos de vista.

    Um grande abraço, querido!

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  15. PS: A propósito: publicamos em nosso blog uma nota falando sobre o conteúdo (e sua distorção) do discurso de Bento XVI pela imprensa. Diante da repercussão da notícia distorcida esta semana, achamos que valia a pena fazer um esclarecimento e uma correção, pois não acreditamos que o acirramento de ânimos e do conflito vá produzir frutos positivos para ninguém. A quem se interessar, segue o link abaixo.http://www.diversidadecatolica.blogspot.com/2012/01/o-papa-e-o-casamento-gay.html

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  16. Lidar com a verdade é sempre satisfatório, desmascarar é heróico.

    Parabéns aos gays de direita que não curvam a espinha ao intolerante (BBBputados Jean Wyllys).

    http://gaysdedireita.blogspot.com/


    Alex Jeronimo

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  17. Para completar, vai aí uma notícia velha e não propalada pelo inlegítimo BBBputado.

    http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL919759-5598,00.html


    Alex Jeronimo

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  19. Flávio, parabéns pela coragem. No mundo do politicamente correto é fácil cair nas armadilhas do senso comum e reproduzir opiniões mais palatáveis.

    Pessoalmente, prefiro as pessoas que têm a audácia de colocar o dedo em feridas que a nossa sociedade hipócrita finge não existir.

    Não creio que você tenha feito uma generalização (intencionalmente ou não). É fato que a Igreja (enquanto instituição, independente do credo) se "aventura" por áreas que não lhe são muito afins, como a política, por exemplo.

    Reproduzo aqui um trecho da Encíclica Divini Redemptoris, do Papa Pio XI "Em particular, para o comunismo não existe laço algum da mulher com a família e com o lar. De fato, proclamando o princípio da emancipação completa da mulher, de tal modo a retira da vida doméstica e do cuidado dos filhos que a atira para a agitação da vida pública e da produção coletiva, na mesma medida que o homem."

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  21. Cara Elaine,


    Primeiro gostaria de agradecer a sua visita ao blog, e te dizer que será sempre bem vinda e educadamente tratada por aqui.
    Desde que criei este espaço, tenho por política o respeito à pessoa humana, à diversidade e pluralidade de opiniões, não censuro as opiniões dos leitores e nem tenho a intenção de que as pessoas que acessam estas páginas concordem comigo.
    Agora penso que para se fazer um bom debate é preciso em primeiro lugar primar pelo nível da discussão, ou seja, civilidade é fundamental, e honestamente, não podia deixar de registrar que seu texto passa bem longe disto, e sobre isto gostaria de tecer algumas considerações.
    Ao ler seu comentário e ver que seu texto que afirma que nós, LGBTs, somos “essas criaturas nefastas do abismo sem fundo”, que diz que só fazemos é “esbravejar, gritar, latir e fazer seus típicos gemidos” quando somos contrariados você já mostrou que não veio defender sua opinião, você veio agredir.
    Você inicia seu texto nos tratando como cidadãos de segunda classe, ou seja, destilando ódio contra homossexuais, ódio e preconceito. Em todo o seu comentário não há uma contestação às afirmações que fiz no texto, NENHUMA. Em nenhum momento você me desmentiu, em nenhum momento você disse que o Mussolini, o Pinochet, o Videla, o Franco, o Salazar, entre outros genocidas que estavam relacionados nas imagens não eram católicos e nem mantinham laços estreitos com o Vaticano.
    Não há em seu comentário nenhuma contestação quanto ao fato de eu afirmar que o atual Pontífice, Bento XVI, acoberta os crimes de pedofilia no seio da Santa Madre Igreja, não há!
    Só há raiva, e paro e penso sobre quem realmente aqui está, como você mesma diz, “a esbravejar, gritar, latir e fazer seus típicos gemidos”.
    Você usa o termo “gayzista”, uma palavra criada por Jair Bolsonaro e Silas Malafaia, em que tenta associar todos os movimentos (não só o LGBT) que lutam por direitos civis e preservação das liberdades democráticas ao nazismo de Hitler, nazismo este que perseguia e matava homossexuais, regime este que se instalou na Alemanha com o apoio da Santa Sé, informação que consta no post e não foi questionada por você.
    Não critico a fé das pessoas, penso que a liberdade religiosa é uma conquista da democracia brasileira, o direito à liberdade religiosa foi inserido na Constituição de 1946, por iniciativa do então deputado Jorge Amado, comunista e ateu, simpatizante das religiões de matriz africana. Penso que você pode defender sua fé, inclusive defender a sua igreja, mas ao fazê-lo, argumente!
    Penso que os católicos, evangélicos, espíritas, hinduístas, muçulmanos, judeus, budistas, umbandistas, candomblecistas, agnósticos, ateus, ou seja lá quem for podem e devem opinar, mas devem também lembrar que suas doutrinas e seus dogmas só se aplicam aos que neles acreditam.
    Não concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo, não case com uma pessoa do mesmo sexo; não concorda com o aborto, não faça um aborto; não concorda com o divórcio ou com o sexo antes do casamento, não faça; é contra o uso de preservativos ou de métodos anticoncepcionais, não use. Mas não pense em impor a sua verdade aos outros.
    Ao contrário do que você diz, neste país os direitos infelizmente não são iguais, e não digo isso apenas em relação aos direitos das LGBTs, neste país ainda há privilégios que são dados aos homens, aos ricos, aos brancos, há desigualdade no acesso aos serviços de educação, saúde, ao trabalho entre tantas outras desigualdades, que infelizmente não entra na pauta de pessoas que se dispõem a fiscalizar o corpo alheio e defender o seu sagrado direito de discriminar.
    Seu comentário foi excluído por causa das considerações acima, e caso queira defender uma opinião, o faça civilizadamente, defenda seu ponto de vista com argumentos, uma vez que neste blog, ofensas não serão toleradas.
    Cordialmente,

    Flávio Alves
    Responsável pelo Blog Ideias Canhotas

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  23. Flavio... retire da Lista de Catolicos Frei Betto e Leonardo Boff, vamso estudar antes de postar opnioes publicas para não enganar as pessoas né. e evitar confussoes

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  24. Flávio, achei muito oportuno você falar no seu texto que pessoas religiosas podem causar estragos e ameaçar a humanidade, espero que considere também a farta documentação que aponta para Hitler como homosexual, ou seja, Hitler é católico e homosexual, poderia ele fazer parte do Diversidade Católica se sua realidade foi de católico e homosexual militante, contudo, dá para afirmar que ele foi um genocida por ser homosexual? Dá para afirmar que ele foi Genocida por ser católico?

    Congratulações

    Alex Jeronimo

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  25. Alex Jerônimo,

    Já te disse aqui que não gosto de comentários anônimos, mas vou te responder. Acredito que você devia assinar aquilo que publica.

    Mas voltando ao seu comentário. Suponhamos que Hitler fosse homossexual, que tivesse sua orientação sexual declarada, tivesse mantido um relacionamento estável e público com um homem.

    Isso ameniza o fato de que o Vaticano foi tolerante com com as suas políticas enquanto isso o interessou? Ameniza o fato de que os católicos apoiaram sua ascensão ao poder? Ou só comprova que quando interessa politicamente para o estado do Vaticano muitas coisas são esquecidas? Ou seja, mesmo o Füher sendo publicamente gay, ele foi apoiado pelos católicos da Alemanha e pela Santa Sé, já que atendia os interesses destes.

    Partindo do pressuposto de que Hitler fosse um homossexual não-assumido, que mantivesse relacionamentos secretos, que saísse à noite escondido para viver "o amor que não podia se dizer o nome". Ameniza o fato de que ele mandou milhares de homossexuais para a morte com o apoio da Santa Sé? Explica o silêncio conivente do Vaticano e as manifestações tímidas dos Pontífices de ocasião? Ou novamente comprova que quando há interesse político/econômico o Vaticano abre mão de suas doutrinas?

    Não questiono a fé de ninguém, este post não foi uma crítica à religiosidade das pessoas, foi uma crítica às relações políticas da instituição Igreja Católica.

    Questionei as relações políticas que o governo do Vaticano estabeleceu e estabelece com os regimes intolerantes.

    E mesmo não sendo mais católico e nem membro da Diversidade Católica, Hitler com certeza não faria parte deste grupo de leigos da igreja, uma vez que estes primam pela tolerância, pela aceitação e pelo diálogo, pela preservação da dignidade, e claramente se posicionam contra toda e qualquer violação de direitos humanos, coisa que sabemos ser impossíveis no regime nazista.

    Só faz um favor, assina as mensagens tá!

    Um abraço,

    Flávio

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  26. Sr. Flávio, suponhamos que a Igreja foi INTOLERANTE com o nazismo, essa intolerância na prática significaria o que? É uma pergunta.

    Depois, suponhamos que o Vaticano(intolerante) fez contra Hitler o mesmo que faz contra os homossexuais, ela simplesmente se pronunciou através dos seus mecanismos institucionais denunciando os planos de Hitler (Pio XII), qual o efeito disso contra as determinações de Hitler?

    Agora suponhamos que Hitler subiu ao poder fingindo ser católico, seduzindo e enganando clérigos católicos nacionalistas, protestantes ante-semitas e a população em geral incluindo os homossexuais, para depois de eleito doutriná-los ou assassiná-los junto com os judeus... Observe que esse tipo de manobra para enganar o povo aconteceu na última eleição, Dilma se tornou ”católica” de uma hora para outra, assim ganhou o pleito enganando muitos católicos.

    Supondo tudo isso, a Igreja culpada? Os que foram enganados são culpados?

    Volto a postar, o Sr. é inteligente e educado.

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  28. Elaine, novamente você parte para a ofensa e para a desqualificação pessoal. Respeito o seu direito de defender sua opinião, mas como já disse não tolero ofensas. Deletada novamente, quando escrever educadamente e sem tentar me agredir tenha a certeza que seu comentário continuará público.

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  29. Para continuar, vou falar das acusações ao papa Bento XVI, e a visão míope da realidade revelada no artigo.

    O RH do Vaticano, segundo o blogueiro Flavio, diz que:
    A Congrecação para a doutrina da fé e a inquisição moderna. Na verdade se trata do mesmo departamento que investiga católicos desde sua instauração.

    Quanto a acusação de que Bento XVI serviu ao exército alemão, o texto extremamento diminuto não esclarece todo o caso, não explica por exemplo que o Papa servio no exército de Hitler, desertou e foi feito prisioneiro de guerra.
    A segunda acusação de que seria um acobertador de pedófilos, muitos dos quais humosexuais confessos, não leva em consideração toda a ação do então cardeal Ratzingere do hoje papa Bento contra os criminosos.
    A REUTERS manipula as declarações do papa e não atrai reações dos indginados, o papa fala o óbvio e é linxado covardamente.

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  30. Em tempo,

    Grupo é dedicado a denunciar o crime de calúnia cometido pelo Deputado Jeam Wyllys ao acusar o Santo Padre Bento XVI de genocida em potencial, nazista e protetor de pedófilos.

    Agora senhor Jean O Senhor vai ter que provar na Justiça que todas as suas declarações são verdadeiras.

    [...]

    Gostaria de pedir a todos os deputados católicos que denunciem este homem ao Conselho de Ética, por caluniar um Chefe de Estado que mantem relações bilaterais e pacíficas com o Brasil desde seu descobrimento, além de fazer acusações infundadas e maliciosas, indispondo a população contra a religião majoritária do país.


    NENHUM CRIME PODE FICAR IMPUNE!

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    1. Boa tarde Alex,

      Li seus comentários, refleti bastante, li o original do discurso de Bento XVI, e realmente, em alguns aspectos eu tenho que te dar razão, o Papa não disse textualmente (dessa vez) que os casamentos homossexuais ameaçam a humanidade.

      Faço essa reparação aqui em respeito a você e ao Diversidade Católica que me alertaram sobre o ocorrido e por não concordar que se digam inverdades.

      Porém, mantenho a crítica ao Pontífice, uma vez que penso que o modelo familiar defendido pela igreja é ultrapassado, excludente e discriminatório. Levando ao pé da letra o que prega a Santa Sé sobre as famílias, os grupos familiares que não se enquadram no modelo, pai, mãe e filhos estão fora do que prega a doutrina, e os homossexuais também, tá implícito na fala, casais homossexuais não são família.

      Mantenho a crítica ao Papa sobre os casos de abuso sexual, a postura da igreja foi de acobertar os casos, e as providências só foram tomadas por pressão da imprensa. E ainda penso que as medidas de combate aos criminosos de batina são superficiais.

      Sobre a igreja não apoiar Hitler, penso que se o partido católico á época não o tivessem apoiado talvez ele não concentrasse tanto poder em suas mãos, talvez. Bom o que está feito, está feito.

      Mantenho todas as acusações que fiz ao atual Pontífice e aos outros também. Mas como disse, minha crítica é ao chefe do Estado do Vaticano, e as relações políticas estabelecidas pela Santa Sé com outros governos, não é uma crítica à fé dos católicos, e passa longe de uma crítica religiosa.

      Se você olhar meu blog, vai ver que tem outros textos que trato de religião e não digo em momentos nenhum para que as pessoas deixem suas comunidades, digo sempre que a religião não foi uma experiência boa pra mim, que pode ser boa para os outros.

      Sobre a Dilma, não sei no que ela enganou os católicos, ela era como a maioria das pessoas que se declaram católicos: não praticantes. Não posso questionar a fé da presidenta, uma vez que penso que ela foi eleita para governar o país para todos os brasileiros, católicos, judeus, ateus, muçulmanos, ticos-ticos no fubá... E outra, a igreja praticamente inteira foi contra a candidatura Dilma, a maior parte da CNBB foi contra a Dilma, e um fato inédito aconteceu: Bento XVI enviou uma carta aos bispos brasileiros dizendo que estes deviam apoiar candidatos que apoiavam a vida (ou seja, eram contrários ao aborto) fazendo o jogo sujo da campanha do José Serra. O Bispo de Guarulhos virou celebridade nacional ao imprimir dois milhões de panfletos contra a Dilma, bispo este que diz que uma mulher é estuprada quando provoca, que é culpada pela violência que pode vir a sofrer.

      Com relação à crítica do Jean Willys, primeiro eu concordo com ela, segundo penso que qualquer pessoa, inclusive um parlamentar, tem o direito de criticar chefes de estado e de governo. Foi uma crítica política. Não foi uma crítica religiosa.

      Ao contrário do que algumas pessoas que escreveram neste espaço, não sou a favor de acabar com religiões, acredito que uma religiosidade bem vivida pode ser bastante benéfica, minha mãe é católica, minha família é católica. Conversamos muito sobre religião em casa e nos respeitamos muito por isso. Não quero fechar igrejas, não quero que ninguém vá pra cadeia.

      Mas não quero ser discriminado, não quero que as pessoas em nome de seu deus me persigam, me condenem sem nem me conhecer, e nem estimulem mais violência e discriminação contra aqueles que são diferentes. Não aceito ser chamado de abominação, aberração, ou qualquer coisa "aos olhos de deus", por que não sou. E se isso acontecer, farei de tudo para que a pessoa seja responsabilizada por isso. Católica ou não!

      Acho que é só. Sempre que quiser escreva por aqui, será sempre bem vindo.

      Um abraço,

      Flávio

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  32. Flavio, em primeiro lugar, dou-lhe parabéns pela sua honestidade.

    O modelo familiar tradicional é excludente e discriminatório, você tem razão, a relação homem e mulher que gera filhos exclui e discrimina naturalmente gênero sexual que não possa se reproduzir, então essa exclusão se dá sem intervenção da Igreja, e a Igreja apóia o modelo que de fato perpetua a humanidade e merece apoio governamental inclusive.

    Bem, você escreveu sobre a sua intimidade sexual, para você não existe casal, mas parceiros que podem mudar de posição logo queiram sem aceitar rotulações, porque aceitariam uma rotulação de casal se ambos podem ou querem assumir sexualmente as possiveis variáveis do sexo, deixando inclusive a questão da dupla para traz e assumindo terceiros ou quartos participantes nessa relação? Com tantos pais ou mães de um grupo de relacionamento que pode receber novos participantes, quem de fato é o pai, a mãe nessa “família”? Como garantir ambiente adequado à crianças nessa relação tão sem rótulo e sem moldes?

    Cont...

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  33. Quanto a questão dos abusos, é bom salientar que a grande maioria das vítimas eram meninos, o que leva a possibilidade real de que os autores antes de serem padres eram homossexuais, mas devo concordar que houve por parte de alguns bispos, (primeiras autoridades a lidar com cada caso), acorbetamentos, e esses bispos acorbertadores tem sido cobrados pelo Vaticano e responsabilizados. Contudo, não concordo com a afirmativa de que a imprensa pressionou às providências, o então Cardeal Razinger já lutava por reformas na Congr. para doutrina da fé que possibilitassem menos morosidade na punição de pedófilos, enquanto a imprensa européia assistia a fundação do partido dos pedófilos sem o menor protesto, ou a exibição de Lolita sem a menor censura.

    Quanto a superficialidade das punições a pedófilos, em última escala, cabe a Igreja expurgá-los, cabe ao estado prende-los.

    Sobre a igreja e Hitler, o partido católico nunca foi a Igreja Católica, como a CNBB também não é a Igreja e nem a representa, muito menos meus irmão do Diversidade Católica, em todos esses casos, são pessoas que se apropriam do rótulo de Católicos e desenvolvem seus atos, certos ou erros em ralação a missão da Igreja no mundo.

    Entendo suas críticas sobre a relação do Vaticano com chefes de Estado, lembre-se de que ser católico, não quer dizer que se é um bom católico, como você mostrou, muitos católicos dão péssimos exemplos, mas eu salientei que não é por ser católicos que são condenáveis, é pelas suas ações, como no caso de Hitler que nunca foi condenado pela história por ser católico ou homossexual, mas sim condenado pelo genocídio que praticou.


    Dilma é um caso bem interessante Flávio, alguns setores da Igreja não a apoiaram, enquanto outros menos fiéis a doutrina pró-vida católica(isso existe), caluniaram os bispos que agiram dentro do principio de pastores e de acordo com a religião Cristã, como ficou claro no julgamento da operação da Polícia Federal que apreendeu os panfletos. Bem, para quem sabe o que é ser católico minimamente, sabe que um católico medíocre deveria saber fazer o sinal da cruz, Dilma não sabe, mas assumindo que ela é "católica" IBGE, ela não se apresentava assim antes da ventilação de seu nome como candidata.

    Bem, não estou aqui para defender o bispo de Guarulhos, ele pode ter acertado na sua manifestação democrática dos panfletos(mas criminalizada pela PF e inocentada pela justiça), e pode estar errado culpado mulheres pelo seu estupro, o que posso dizer, é que o erotísmo na nossa sociedade está criando pessoas doentes.

    O Jean Wyllys tem o direito de criticar, mas não tem o direito de mentir caluniosamente sobre ninguém, essa é a crítica a Jean Wyllys, concordar com as mentiras que ele disse é errado, mas vai de cada um.

    Flávio, você não quer ser discriminado por ser homossexual, eu não quero ser discriminado por ser católico, você não quer ser perseguido em nome de Deus, eu não quero ser perseguido em nome da homo afetividade, você é contra a violência, eu pertenço a uma religião pacífica, quantos aos adjetivos ofensivos, não os uso, não conheço padre que os use, o papa não usou no discurso, mas o Jean Wyllys abusou dos termos ofensivos e você concordou com ele, como exige respeito?

    De qualquer forma, devo lhe dizer, é a primeira vez que desfruto de um diálogo inteligente e educado nesse sentido, mesmo na divergência.

    Meu terno abraço

    Alex Jeronimo

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  34. Oi Alex,

    Obrigado pelas palavras, acredito que estamos de prova que opiniões divergentes podem conviver tranquilamente, debater sem que se perca o respeito, defender posições sem que tenhamos que nos agredir ou desqualificar, sermos adversários sem sermos inimigos.

    Só queria comentar a questão dos modelos familiares. O Pontífice defende um modelo de família em que existe homem, mulher e filhos. O homem é o provedor e a mulher rainha do lar. isso tá mais do que documentado nas cartas publicas dos Papas. Mas pense comigo, como um modelo desse se aplica num pais em que há uma infinidade de grupos familiares que não correspondem a esse modelo? Hoje a maioria das famílias são chefiadas por mulheres, há netos que são cuidados pelos avós, entra tantos outros tipos diferentes de família. O que eu penso é que família e um grupo de pessoas que se apoiam e se reforçam mutuamente (olha o psicólogo falando).

    Sobre o post sobre sexo, não disse que não acredito em casais, muito pelo contrário, acredito e muito em casais, hétero ou homossexuais. Acredito que homens e mulheres independente de sua orientação podem se amar e construir uma vida juntos.

    O texto que eu falei sobre sexo tem mais a ver em como o preconceito se manifesta inclusive no ato sexual. Antigamente as mulheres usavam um lençol com um buraco na região vaginal para que não tivessem contato com o marido. Aliás, o prazer sexual para a mulher era algo inimaginável. Sobre sexo, penso que sendo seguro e dentro da lei (consensual) não tem por que não ter prazer com ele, não importa como isso vai se dar.

    Sobre as perseguições, reafirmo aqui, não quero perseguir ninguém por sua fé, e não quero ser perseguido por ela, quero ser quem eu sou e viver feliz com isso sem que ninguém me aponte por isso.

    Alguns fundamentalistas dizem que nós os militantes do movimento LGBT queremos fechar as igrejas, essa é uma das maiores mentiras que já se pregou, não queremos fechar igreja nenhuma, aliás, a maioria dos gays professam uma fé. Só queremos que as igrejas não sejam mais um espaço de opressão e discriminação e que ela não sirva para fins políticos, como faz a bancada evangélica no Congresso por exemplo.

    Como te disse, será sempre um prazer recebê-lo aqui, e muito obrigado pelas palavras.

    Um abração,

    Flávio

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  35. O Alcorão, o texto central do Islão, condena a homossexualidade

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  36. Ligia, o Alcorão condena, os islâmicos executam, os Cubanos prendem homossexuais... Enquanto isso 25% das vítimas de AIDS no mundo são tratados pelos católicos obedientes ao papa.

    Quero ver se no ano que vem, os militantes LGTB vão colocar uma imagem de Maomé afeminada.

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  37. Maomé na Parada Gay? Veremos....

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